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Page history last edited by Edivan 3 years, 1 month ago

 

RELATO DE EDIVAN MACHADO DE OLIVEIRA

 

Na semana do dia 25 de agosto, senti-me extremamente angustiado, pois percebi que nosso grupo estava sentindo dificuldades para dar prosseguimento à pesquisa. Em primeiro lugar, não conseguíamos nos entrosar a ponto de expormos nossas idéias e com elas, entrarmos num acordo.

Na semana do dia 11 de agosto, quando tivemos a nossa aula presencial, proposta pelo Seminário Integrador V, decidimos nos focar numa pergunta. Parecia que naquele instante nosso grupo estava com um tema definido e um foco bastante claro.

 Porem, quando na semana do dia 14 eu abri o Grupo no ambiente virtual do ROODA, junto a minha primeira postagem, na qual continha a pergunta central, bem como as certezas e duvidas referente a ela, começaram a aparecer outras inúmeras postagens. No entanto, cada uma trazia uma curiosidade diferenciada, foi quando percebi que nossa pergunta central não estava clara. Afinal, diversas idéias estavam surgindo, sendo que cada uma era diferente da outra, ou seja, uma pergunta não cabia na outra, pois elas exigiam inúmeros fatores para defini-las, só que, os fatores que se faziam necessários para definir uma pergunta, era diferenciado dos outros fatores importantes para definir as outras perguntas , e assim por diante.

Prova disto são os comentários proferidos pela professora Nadie no webfolio do grupo. Na postagem referente à minha abordagem foi realizado o seguinte comentário: “(...) Achei muito importante o registro da mudança da questão, contudo percebo nas certezas e dúvidas uma série de conceitos que não estão contemplados na pergunta, por exemplo: temos na pergunta os seguintes conceitos - reações físicas, desequilíbrio e emoções; e nas certezas aparece: personalidade, desequilíbrio emocional e físico; ansiedade, problemas coronarianos, alterações bioquímicas, estresse, lesões no nível de membrana celular e alterações no DNA (...)”. No entanto, na postagem realizada pela colega Elaine Lazzarotto surgiu o seguinte comentário: “(...) Me parece que inicialmente queres entender melhor as emoções, em especial, as "emoções universais", aquelas que se manifestam em todas as culturas, como: raiva, medo, tristeza, alegria... e depois entender como isto pode se manifestar fisicamente (...)”. Porem, na postagem da graduanda Maria de Lourdes, foi efetivado o seguinte questionamento: “(...) O que me chama atenção é a grande discrepância entre os membros do grupo no que tange as certezas e dúvidas, enquanto que alguns se detêm nas alterações físicas, como efeitos nas unhas e cabelos, tu entras com transtornos do humor, como transtorno depressivo e bipolar (...)”.

Contudo, passei a diagnosticar que devido à amplitude da pergunta, inúmeras idéias estavam propensas a surgir. Assim sendo, se obtivéssemos um foco bastante centralizado, a pesquisa poderia ser mais aprofundada, ou seja, teríamos uma probabilidade maior de abordarmos o assunto com mais clareza, objetividade e discernimento.

Deste modo, no dia 12 de setembro postei uma outra versão das certezas e duvidas, bem como, uma reelaboração da pergunta central, na qual procurava me centrar num só distúrbio emocional, com o intuito de que obtendo um foco mais direcionado, a pesquisa pudesse ser mais aprofundada, por obter um assunto em destaque. que, através de uma nova intervenção da professora Nadie, surgiu a seguinte indagação: “(...) Como vocês poderia investigar isto sem ser apenas através do que já está nos livros e na Internet?”.

        De tal modo, percebi que nosso trabalho poderia causar a impressão de que estaríamos preocupados em trazer referências teóricas que justificassem os nossos argumentos e que poderiam conduzir mais facilmente a nossa pesquisa, mas como pronuncia a professora Nadie, não e este o objetivo da atividade.

Porem ninguém, ainda, havia se unido a mim para procurar definir esclarecer os inconvenientes e dar um rumo mais definido para a atividade. Estavam sendo importantes as curiosidades expressas pelos colegas. Mas, as curiosidades eram apresentadas, e ficavam no ambiente virtual, paralisadas e estáticas.

No grupo, na qual faço parte e integro ninguém estava ousando explorar as indagações. Simplesmente, estavam expostas. Deste modo, comecei a ficar angustiado. Precisava agir e buscar alguma forma para avançarmos e vencermos esta barreira. Foi quando no dia 16 de Setembro enviei um e-mail para a professora Nadie desabafando e expondo a minha angustia, apreensão e inquietação, bem como, suplicando um auxilio e uma ajuda mais direta. Neste, proferi palavras como: “(...) Me dê uma “luz” agora no início, para que depois, possamos “emplacar” nesse projeto de aprendizagem. Acredito que após compreendermos bem as exigências desta tarefa, e termos bem definidos para nós, o que, realmente, iremos pesquisar... Poderei, também, com maiorcredibilidade, conduzir o grupo, orientar e etc. Professora... Preciso compreender bem esse trabalho... Pra que o grupo prossiga com suas tarefas. E para que eu consiga me sentir motivado a conduzir e prosseguir com esta atividade... (...)”.

Contudo, um outro fato me angustiava, o prazo da postagem no webfolio do Rooda do mapa conceitual estava vencendo, e no seu dia oficial, nenhum integrante do grupo havia, ainda, postado uma idéia ou fornecido alguma sugestão referente ao mesmo. No entanto, eu já estava com o meu mapa conceitual pronto em meu caderno de rascunho. Porem, nao estava conseguindo abaixar o programa do CmaapTools, o Dowlowd nao passava do 83%. Cheguei a deixar dois dias seguidos o meu computador conectado a internet e ligado à rede, mas este ousava em ficar estacado nos 83%.

A alternativa encontrava foi na aula presencial do dia 15 de Setembro entregar para a professora Nadie o meu mapa conceitual escaniado, como forma de esta nos avaliar dentro do prazo mencionado. Nao obstante, aproveitei para pegar com o gerente do pólo um CD com o programa, para passar para o meu computador.

No dia 16 de setembro, ao chegar em casa, apos cumprir com a minha carga horária de trabalho, passei para o meu computador, através do CD encomendado no pólo, o programa CmaapTools. Neste, já esquematizei o mapa, salvei em meu computador e postei no webfolio do grupo, com um dia de atraso, referente ao prazo de postagem.

Entretanto, através do apoio e compreensão da professora Nadie, após quatro e-mails trocando idéias e fazendo previsão de uma data em que o grupo pudesse participar de um Chat para retirar as duvidas, no dia 22 de setembro, acabei acessando o MSN e encontrando a professora On-line; sem delongas começamos a conversar. Ela, com seu jeito prestativo e atencioso começou a me proporcionar sugestões e apontar fatores que poderiam estar dificultando a concretização do nosso projeto de aprendizagens.

        Vimos que os projetos de aprendizagens prevêem mudanças na pergunta, na temática, nas certezas e duvidas. Perante esta realidade, me desafiou a idéia de que necessito me permitir experimentar, testar as certezas e dúvidas e assim construir o conhecimento e não buscar um conhecimento pronto.

        Assim, ela me proporcionou algumas idéias. No transcorrer da conversa, um tema ressaltado por ela, me chamou muito a atenção. Durante a conversa, o mesmo ficava “martelando” em minha cabeça. Foi quando noticiei a ela o meu interesse em pesquisar sobre tal assunto. A mesma achou interessante e me incentivou a abrir um fórum para expor o meu pensamento e a minha idéia para os colegas. Assim o fiz. No mesmo dia abri o fórum e enviei um e-mail para os meus colegas convidando-os para que participassem do mesmo. Deste modo, anunciei minha curiosidade e abri a oportunidade para que meus colegas de grupo fornecessem suas opiniões em relação ao assunto.

Depois de ter aberto o fórum no dia 22 de setembro, aguardei ate o dia 25 para que meus colegas manifestassem a sua opinião referente à minha sugestão de pesquisa. A partir das postagens, fui indagando com eles. Para a minha colega Daiane (única integrante do grupo que postou um comentário ate o dia 25 de setembro) manifestei o meu pensamento e a minha idéia em relação a sua postagem. Aproveitei a oportunidade e pedi para que meus colegas manifestassem a sua opinião quanto ao meu comentário.

Logo, no dia 25 de setembro postei mais um comentário no fórum pedindo para que passássemos a pensar na pergunta que iria nortear o nosso trabalho. Junto à postagem pedi para que todos participassem ativamente deste trabalho; E muito mais do que isso, invoquei que o grupo, num todo, participasse da sua elaboração. Não obstante, disse-lhes que não queria que somente um pensamento fosse colocado em nosso trabalho, e sim, a idéia do grupo.  Assim sendo, motivei para que explorassem o tema, sem ficarem dizendo meias palavras.

Novamente, estipulei mais um prazo, para que o nosso trabalho pudesse possuir um tempo que favorecesse a sua pesquisa acadêmica.

 

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