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Relatório
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by Edinei Mittmann 3 years, 1 month ago
Falar em "Stress Infantil", é abordar muitos assuntos, sejam eles de ordem ruim ou não. É um assunto instigante e perplexo, como pude notar ao fazer a minha analise do trabalho, percebi que, ao que se refere a pergunta central, as colegas Anna, Claudete, Daiane, Elaine, Maria de Lurdes e o Edvan, tiveram muitas dificuldades em focar a pergunta, no tema escolhido.
Percebi que assim como o meu grupo, e tantos outros, eles também não conseguiram se focar no inicio do PA no tema de forma clara, nítida e objetiva, mas sim numa forma mais aberta, mais abrangente.
Através das certezas e dúvidas do grupo a pergunta central foi sendo alterada, enxugada, e com isto o grupo conseguiu focar o seu PA no Stress Infantil.
Notei que aconteceu uma pesquisa teórica aprofundada no assunto, o que permitiu ao grupo uma segurança maior para o desenvolvimento do trabalho e do mapa, sem esquecer é claro da pesquisa local, não menos importante, para o aprimoramento do trabalho.
O mapa ficou claro e objetivo, dentro do que foi pesquisado pelo grupo, expondo as certezas e dúvidas de forma a ser compreendida a pergunta chave.
O grupo conseguiu expor seu trabalho de forma clara para os entendimento de quem o leu, pois expuseram a trajetória passo a passo, fazendo assim o leitor trilhar por todos os caminhos percorridos.
Relatório
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Comments (3)
Eliana Ventorini said
at 9:10 pm on Apr 23, 2009
Olá, Edinei
Tudo bem?
Na tua análise, mencionastes, com maior ênfase, o processo de formulação/reformulação da questão central... De fato, essa etapa do trabalho é muito importante, uma vez que todos os passos subsequentes se darão no sentido de responder à pergunta principal. Ela norteia o trabalho, juntamente com as certezas e dúvidas. Também destacastes a pesquisa teórica e a pesquisa empírica (as entrevistas, etc.) que o grupo realizou e o quanto essas duas dimensões qualificaram o trabalho, dotaram-no de um caráter original, local...
Por outro lado, senti falta de um desenvolvimento maior da análise sobre o mapa conceitual (apenas afirmas que “ficou claro e objetivo”, porque, através dele, a pergunta central é compreendida). Qual a função da inserção dos mapas conceituais nesse trabalho com projetos de aprendizagem? Qual tua compreensão sobre isso? Essa reflexão é importante para, a partir dela, poder, então, afirmar se o mapa ficou “claro e objetivo”. Que clareza e que objetividade são essas? O que significa um mapa ser “claro” e “objetivo”? O que mais ele possibilita “ver”, além da questão norteadora?
Também senti falta de outros aspectos, que não foram contemplados na tua análise, tendo como base o roteiro que disponibilizamos. Por exemplo, a questão do “rompimento com os limites disciplinares”, o “material recolhido” pelo grupo (veja que o grupo fez entrevistas, a partir das quais produziu gráficos, por exemplo)... Não analisas a pertinência/relevância disso...
Não vou me alongar mais, apenas gostaria de te convidar a adensar tua análise, o que pode ser feito por aqui, através desse espaço dos comentários, para que possamos seguir essa conversa! Pode ser?
Um forte abraço,
Profª Eliana Ventorini
Seminário Integrador - TC
Edinei Mittmann said
at 11:16 pm on May 3, 2009
Olá, profª Eliana
Tudo Bem??
Acredito que o mapa conceitual, como o próprio nome diz, serve para nos dar um conceito, ou um breve entendimento sobre um determinado assumto, aqui o "Stress Infantil."
Percebi sim os dois primeiros mapas do grupo um pouco complexos, ou seja, não consegui entender de imediato os verdadeiros objetivos e descobertas do grupo, o que ao longo do trabalho, sepois da elaboração do 3º mapa, ficou mais claro, mais visível as descobertas , as certezas e as dúvidas do grupo.
Afirmei que o mapa ficou claro e objetivo, neste sentido, de através dele se conseguir chegar as certezas que o grupo possuia e lendo as dúvidas conseguir obter as respostas no mapa.
Além da questão norteadora do PA, se pode tomar vários caminhos, através das análises do grupo, explicitas no mapa conceitual, o qual não se limita apenas a nos responder as dúvidas, ou afirmar as certezas, mas sim fazer das dúvidas uma certeza e desta certeza uma possível dúvida.
Através das entrevistas feitas pelo grupo e a construção dos gráficos , ficou mais visivel o que o grupo queria expor quando colocou a afirmação de Nivea Fabricio.
"Muitos colégios são exelentes, mas o aluno não consegue se adaptar e, diante das cobranças por causa do mau desempenho, fica estressado."
Porem com as pesquisas do grupo e os gráficos, não posso concordar com esta afirmação de Nivea Fabricio, pois os gráficos demonstram a satisfação das crianças em relação as aulas , ao ambiente escolar e ao relacionamento entre aluno e professor, e mesmo assim tem uma tendências ao Stress.
É claro que isto não significa que esta tudo maravilhos, significa sim, passos para algo per pode melhorar.
Eliana Ventorini said
at 6:05 pm on May 10, 2009
Oi, Edinei!
Tudo bem?
Obrigada por procurar esclarecer as questões que havia te colocado. Sinto que ainda temos que conversar mais sobre os mapas conceituais... Será que o mapa, como afirmas acima, serve para nos dar "um" conceito e um "breve entendimento sobre um determinado assunto"? Penso que os mapas tem uma função mais "densa".
Disponibilizamos alguns textos no wiki do Polo, na página "Projetos de Aprendizagem", entre os quais há um sobre mapas conceituais, escrito pelo prof. Ítalo Dutra, do Colégio de Aplicação da UFRGS. Sugiro que faça essa leitura, quando puder. E se desejar, podemos seguir conversando e amadurecendo o assunto. Estou à disposição.
Um forte abraço,
Profa Eliana - Seminário Integrador/TC
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